segunda-feira, 28 de outubro de 2013

A FOGUEIRA DAS VAIDADES RELIGIOSAS


O tema deste post é baseado em um filme de Braian de Palma dos anos 80 " A FOGUEIRA DAS VAIDADES", que mostra através da vida de um homem toda a ganancia existente na década de 80. Porém toda vaidade existente, poderia ser destruída por uma pequena fagulha. Assista, vale a pena
Para entendermos o que é vaidade religiosa, é preciso primeiro entender o que é vaidade.
Vaidade = orgulho, soberba, arrogância, presunção. (Dicionário Escolar  Scottini)
Vaidade = (chamada também de orgulho ou soberba) é o desejo de atrair a admiração das outras pessoas. Uma pessoa vaidosa cria uma imagem pessoal para transmitir aos outros, com o objetivo de ser admirada. A vaidade é mais utilizada também hoje para estética, visual e aparência da própria pessoa. A imagem de uma pessoa vaidosa estará geralmente em frente a um espelho, a exemplo de NarcisoUma pessoa vaidosa pode ser gananciosa, por querer obter algo valioso, mas é só para causar inveja aos outros. Um ser humano invejoso, por sua vez, identifica com bastante facilidade um ser humano vaidoso, pois os dois vícios se complementam, e um é objeto do outro.O que pelas lentes de alguns é asseio, glamour, fantasia, amor ao belo ou elevação da auto-estima, pelas lentes de outros pode ser (ou parecer) vaidade. (Copiado e colado da Wikipédia a enciclopédia Livre).

No contexto religioso a palavra vaidade tem sido usada para inculcar nas mentes das pessoas o conceito de pecado, principalmente no que se refere a roupas,  adornos, maquiagem, tipos de penteados etc. 

Esse tipo de  ideologia não passa de manipulação por parte de líderes inescrupulosos que querem manter suas "ovelhas presas pelo medo, produzindo nas mentes mais simples um sentimento terrível de culpa . O pior de tudo, é que tais pessoas uma vez que abraçaram tal ideia, é muito difícil liberta-las, estão presas em teias de aço.
Não existe somente as vaidades dos usos e costumes, existe a vaidade da lei, aqueles que querem obrigar as pessoas a viverem pela lei, quando eles mesmos nelas tropeçam. Quantas pessoas andam se sentindo culpadas porque segundo elas tropeçaram na lei, ou passaram a tesoura nas pontas dos cabelos ou tomaram um cafézinho ou comeram uma mogica de pintado (comida típica de Mato Grosso principalmente Cuiabá, feita com peixe de nome pintado e mandióca). Algumas não conseguem dormir, não porque comeram muita mogica, ou tomaram muito café, mas por medo da culpa e do pecado que tais guloseimas podem trazer a elas.
 O testemunho de pessoas que trabalham em hospitais psiquiátricos é de que o pior surto que existe é o religioso. É comum segundo eles, ver doentes mentais religiosos; profetizando, pregando, mandando gente pro inferno, querendo tira a roupa do outro e até falando em linguás estranhas.
Segundo Maria Melro em REFLEXÕES DO COTIDIANO REAL, vaidade está ligada ao conceito de vazio, sem sentido, algo transitório, colocar esperança naquilo que é passageiro, correr atrás do nada.
Para Salomão Vaidade é correr atrás do vento, das coisas materiais que só destrói a saúde e traz a frustração no fim da vida.
Para o apostolo Paulo essas ordenanças do tipo, não toques, não proves, não manuseies, tem APARÊNCIA de piedade e culto voluntario, mas para nada serve, a não ser pra satisfação da carne.
É possível perceber vaidades nos discursos gospel, nos artistas gospel (cantores/cantoras), nos pregadores gospel, nos shows gospel, nos mega templos gospel, VAIDADE DAS VAIDADES EM TUDO O QUE É GOSPEL.
E toda essa vaidade não firma nossos pés no chão, não nos leva até Deus e não trás Deus até nós. Nos mantem vazios, numa religião sem sentido, alienados da vida porque se perde o sentido de vida e de viver. Vive-se zumbizado como um alienígena esperando por uma nave espacial que o levará para outro planeta.
Esse tipo de religião é como um circo de lona onde uma simples fagulha pode transforma-la em uma grande fogueira, uma FOGUEIRA DAS VAIDADES RELIGIOSA.



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